iPhone 3G deve chegar ao mercado brasileiro em setembro deste ano

Julho 4, 2008

São Paulo - Fonte ligada à operadora Claro diz que aparelho 3G aguarda homologação da Anatel, que deve durar até setembro deste ano.

O iPhone 3G a ser lançado pela Claro no Brasil não deve chegar às lojas antes de setembro, segundo fonte ligada ao assunto na operadora em São Paulo.

O aparelho será lançado oficialmente no próximo dia 11 no mercado norte-americano.

Segundo a fonte consultada, o iPhone original acabou de ter sua bateria (e apenas esse item) homologada pela Anatel. O iPhone original não deve ser vendido no País, apenas o modelo 3G.

O iPhone 3G não está na agência de telecomunicações para testes ainda, porém já existe ao menos um exemplar do aparelho em avaliação oficial na Claro. De acordo com informações internas, esse iPhone 3G pertence à Apple e está cercado de proteções para evitar o vazamento de informações.

Tanto a Tim quanto a Vivo também prometem lançar o iPhone 3G no Brasil. E, se o tempo de espera estiver correto na homologação da Anatel, essas operadoras também só terão o telefone da Apple em setembro.

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Speedy volta ao ar na Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Litoral de SP

Julho 4, 2008

São Paulo - Após quase 24 horas sem internet, parte dos usuários volta a acessar serviço. Telefônica ainda não revela causa da pane.

Após uma pane de quase 24 horas na rede de acesso em banda larga da Telefônica, usuários de bairros da capital paulista e do Grande ABC informaram à redação do IDG Now! que conseguiram voltar a acessar a internet a partir das 20h30 horas desta quinta-feira (03/07).

Em um comunicado enviado há pouco, pela Telefônica, a operadora confirma que os serviços de acesso foram restabelecidos na Capital paulista , assim como nos demais municípios da Grande São Paulo, nas cidades do Vale do Paraíba e do Litoral Paulista. Entretanto, segundo a empresa, o problema ainda persiste em outros municípios do interior do Estado de São Paulo.

“Neste horário, mais de 80% dos circuitos que compõem a rede de transmissão de dados para serviços corporativos da Telefônica haviam voltado a funcionar normalmente”, comunicou a companhia.

A razão do problema que deixou boa parte dos usuários corporativos, órgãos públicos e consumidores do Estado de São Paulo sem internet o dia todo ainda não foi revelada.

“A empresa continua trabalhando para apurar as causas precisas da ocorrência técnica e, paralelamente, para colocar em operação plena a totalidade dos circuitos de sua rede de serviços corporativos. A Telefônica lamenta e pede desculpas pelos transtornos causados e informa que permanecerá atualizando a opinião pública com novas informações”, conclui a operadora.

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Depois do Firefox, vem aí o Thunderbird 3

Julho 4, 2008

Enquanto o Firefox 3 celebra seu recorde de downloads, a versão 3 do cliente de email Thunderbird ainda não está pronta.

Mas isso não significa que os desenvolvedores da “ave-trovão” estejam de pernas para o ar. A versão alfa 1, com o interessante nome de “Shredder” (picotador), está disponível para download desde o meio de maio.

O líder do projeto, David Ascher, anunciou em seu blog que o projeto está procurando usuários Linux corajosos e preparados para instalar o Shredder em seus discos. Apesar de haver testadores suficientes em Mac e Windows, diz Ascher, os da plataforma Linux ainda são menos que o desejado. Eles precisam preencher quatro condições: acesso a uma máquina Linux padrão, experiência com Linux, Thunderbird e, se possível, uma conta no Bugzilla e algumas horas vagas. Se você se encaixar nesse perfil, pode mandar um e-mail (em inglês) diretamente para Ascher, cujo email é exibido em seu blog.

O Thunderbird 3 Alfa 1 se baseia na plataforma Gecko 1.9 — como o Firefox 3 — e inclui um novo gerenciador de extensões (add-ons, agora) que oferece aos usuários a possibilidade de baixar e instalar plugins. Buscas no texto das mensagens retornam menos falsos positivos e também são mais precisas em ambientes multi-idiomas. Após certo trabalho no mecanismo de Javascript, o Thunderbird 3 agora está mais veloz do que antes. Para mais detalhes a respeito de mudanças e melhorias, confira o changelog.

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Guinness oficializa recorde de downloads do Firefox 3

Julho 3, 2008
Nas primeiras 24 horas, nova versão de programa foi baixada 8.002.530 vezes.
Navegador é o principal concorrente do Internet Explorer, da Microsoft.

O navegador Firefox 3 está oficialmente no livro dos recordes. Nesta quarta-feira (2), a Mozilla Foundation confirmou que o programa entrará no Guinness como o software mais baixado nas primeiras 24h de lançamento. Foram 8.002.530 dowloads das 15h16 (horário de Brasília) de terça-feira, 17 de junho, até 15h16 do dia 18.

O concorrente do Internet Explorer, da Microsoft, superou a marca anterior de 1,6 milhões de arquivos baixados estabelecida com o lançamento do Firefox 2, em outubro de 2006.

Apesar das constantes quedas e mensagens de erro no site encontradas pelos usuários no Download Day, os desenvolvedores do programa afirmaram que a média foi de 9 mil downloads por minuto. A expectativa dos desenvolvedores era entrar para o Guinness com 5 milhões de downloads.


Blizzard quer mais apoio da Microsoft

Julho 2, 2008

Paul Sams, COO da desenvolvedora de games Blizzard, que desenvolve jogos quase exclusivamente para a plataforma Windows, pediu apoio da Microsoft para promover mais o sistema como plataforma de games.

Em entrevista ao Gamasutra o executivo demonstrou sentir que a Microsoft está se concentrando em seu console Xbox 360 como plataforma principal de games e negligenciando o PC. “Em termos de jogos, eles se voltam demais para o 360. E isso faz sentido, porque eles são fabricante de hardware além de desenvolvedores de software. Então eles possuem montes de dinheiro e investimento atrelados àquele sistema”, afirmou.

O executivo declarou que seria ótimo, entretanto, se mais ênfase fosse dada aos jogos sob o Windows, algo que por mais que a empresa diga que faça ainda teria mais espaço para crescimento. Em seu catálogo, a Blizzard contabiliza algumas das mais bem sucedidas franquias dos games, entre eles o MMO World of Warcraft, com 10 milhões de assinantes.

Recentemente Peter Zetterberg, gerente de desenvolvimento da Microsoft Game Studio européia, declarou ao site GamesIndustry.biz que a companhia continua a lançar títulos de Xbox 360 antes de suas versões para PC porque, de forma contrária, corria o risco de ver um encolhimento na venda dos jogos para o console.

Para promover o Windows como plataforma de games, a Microsoft mantém, desde 2005, o selo “Games for Windows”, que inclui marketing e padronização de títulos para o sistema operacional.

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Linux: Sete razões para migrar

Julho 2, 2008

Parece que estamos vivendo uma Segunda Onda na iniciativa de migração do Windows e de seus programas proprietários para o Linux e seus aplicativos de código aberto. A Primeira Onda, mesmo tendo sido fruto de muita boa vontade e esperança da comunidade, infelizmente não deu certo – pelo menos não tão certo quanto se esperava. A Primeira Onda surgiu em torno do ano de 2002 e envolvia o mesmo pensamento: “O Linux está pronto! O Linux e todos os seus alicativos estão prontos! Tudo o que precisamos é falar ao mundo e o mundo migrará!”. Tudo parecia certo. Onde essa onda falhou? Em sua grande parte, no excesso de otimismo: várias barreiras ainda precisavam ser quebradas, muitas delas envolvendo problemas reais que, até pouco tempo, assolavam o mundo do software livre e de código aberto.

Vamos ao mais problemático de todos: o Linux não era muito amigável. Esse primeiro ponto, potencialmente um forte “contra”, não era uma completa verdade, mas vários fatores correlacionados contribuíram para que ele se tornasse verdadeiro. O primeiro deles era que, na época, o Linux ainda se preocupava em buscar a interoperabilidade com o Windows, seja na facilidade de implementação de compartilhamento de arquivos, seja no desenvolvimento de programas capazes de trabalhar com extensões de arquivos em comum. Não se engatinhava nessa época, mas ainda havia um longo caminho a percorrer.

O segundo ponto, acredito eu, foi a maior de todas as barreiras: a preguiça e a aversão ao novo. A maior fatia do mercado desktop ainda é do sistema operacional Windows da Microsoft. Essa hegemonia, no entanto, não representa o lucro líquido da empresa com a venda de licenças de uso, tanto para usuários domésticos quanto para empresas. Infelizmente, a pirataria em países como o Brasil ainda é muito difundida, o que contribui para um fantástico conceito físico funcionar a todo o vapor &nash; a inércia. Não é uma crítica, mas um fato! E mesmo com todos os problemas vividos com relação a segurança, inconsistência e instabilidade dos sistemas operacionais pirateados, já que estes não conseguem efetuar atualizações críticas de seus sistemas ou mesmo atualizações de segurança, a preguiça e a aversão ao novo, ao mais barato, ao mais estável, bloqueou inexoravelmente o avanço do Linux.

Acredito que a Primeira Onda foi muito bem-vinda e facilitou, de fato, a penetração do Linux em diversos nichos considerados exclusivos de outros sistemas operacionais e em suas arquiteturas fechadas (sim! Não estamos falando só em migração do Windows para Linux). Ela também propiciou um amadurecimento de toda a comunidade e das empresas envolvidas no processo. E o resultado? Muito apredizado, desenvolvimento árduo e contínuo e mais força para a preparação de uma segunda tentativa. Agora, a Segunda Onda.

Vender os benefícios do Linux tem sido uma forte proposta por muitos anos — porém muito má aplicada. Razões comuns eram citadas para não migrar para o sistema operacional de código aberto e, dentre essas, as mais comentadas se referiam à suposta complexidade do sistema, à falta de conhecimento dos interessados e aos poucos aplicativos comerciais disponíveis. Tanto a comunidade de código aberto quanto os fornecedores mundiais fizeram questão de endereçar essas faltas, que se fez repercurtir por muito tempo.

“Os servidores Linux anunciaram seu segundo trimestre consecutivo com crescimento sólido com renovação crescente de 8,4% de um total de US$ 1,8 bilhões no mesmo trimestre”, segundo Matt Eastwood, um analista da IDC (International Data Corp). “Os servidores baseados em Linux representam hoje 13,7% de toda renovação de servidores”, comenta Matt.

Essa porcentagem demonstra claramente que o Linux finalmente saiu da obscuridade. Não surpreende, portanto, que o uso de Linux em pequenas empresas venha aumentado. Podemos citar como exemplo a Whitelaw Twining Law Corp, uma empresa de 25 funcionários que migrou suas estações de trabalho com Windows 98 e 2000 para o SUSE Linux da Novell.

De acordo com Richard Giroux, gerente de TI da Whitelaw Twining, efetuar uma migração do Windows 2000 para o SUSE Linux Enterprise Desktop (SLED) não é mais considerado difícil para os usuários finais. Pelo menoa não mais do que a dificuldade de migrar para o Windows Vista. “Nós efetuamos um treinamento básico com nossos funcionários e com isso não tivemos mais chamadas no Help Desk”, afirma Giroux. Provavelmente já é hora de as empresas darem uma boa olhada no Linux como servidor e desktop. Abaixo, seguem sete razões que podem ajudar a convencer sua empresa.

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Sun: Código Aberto é mais lucrativo

Julho 1, 2008

Segundo Simon Phipps, Chief Open Source Officer da Sun Microsystems, a abertura do código do Solaris valeu a pena. Em entrevista ao site alemão Computerwoche, Phipps afirmou que a venda de subscrições do OpenSolaris contribuiu com uma receita maior do que a venda de licenças jamais foi capaz de produzir — mas o executivo não mencionou valores. Enquanto o modelo tradicional de venda de licenças visa a transformar potenciais usuários em compradores, a mudança para o Código Aberto apresenta o desafio de transformar usuários em clientes.

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Pesquisas do Google e Yahoo começam a incluir arquivos em Flash

Julho 1, 2008

São Francisco - Adobe revela trabalho conjunto com buscadores para garantir que suas pesquisas apontem resultados em arquivos do tipo SWF.

A Adobe anunciou nesta terça-feira (01/07) que Google e Yahoo estão adicionando algoritmos que permitirão aos usuários pesquisar dentro de conteúdos de arquivos codificados em formato Flash (SWF).

O conteúdo dentro de arquivos SWF tem sido ignorado até agora pelos buscadores, mas a Adobe tem trabalhado com ambas as companhias para ter certeza que suas tecnologias agora podem pesquisar dentro de conteúdos SWF, incluindo textos, hiperlinks, áudio e vídeo.

¨Usuários finais obterão resultados cada vez mais precisos porque há muita informação em arquivos SWF que agora serão totalmente indexadas, incluindo informações em Rich Internet Applications (RIA)”, disse Justin Everett-Church, gerente sênior de produtos para Adobe Flash Player.

“Produtores de conteúdo também conseguirão colocar arquivos Flash online e saber que os documentos trarão mais usuários pelas pesquisas orgânicas. O bom é que eles não precisam fazer nada para habilitar essa capacidade - ela funciona em qualquer arquivo SWF”, Everett-Church completou.

De acordo com a Adobe, o Google já está começando a oferecer resultados incluindo dados dentro de arquivos Flash, e o Yahoo seguirá o exemplo com uma atualização em seu sistema de pesquisa.

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iPhone completa um ano de vida

Junho 30, 2008

No domingo (29/06), aparelho completa um ano de mercado. Veja sua história.

Neste domingo (29/06), o iPhone completa um ano no mercado. Nesta mesma data, no ano de 2007, o aguardado telefone da Apple chegava às prateleiras, atendendo aos fãs ansiosos que acampavam em filas nas portas das lojas para garantir o seu.

De lá para cá, o iPhone ganhou diversos rivais e clones e, finalmente, no início deste mês, ganhou uma versão compatível com redes de terceira geração.

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Mozilla deve lançar alpha da nova versão do Firefox em julho

Junho 30, 2008

Framingham - Preview do Firefox 3.1 pode ser lançado em julho e versão final no último trimestre deste ano ou no início de 2009.

Apenas uma semana depois da Mozilla distribuir o Firefox 3, desenvolvedores do navegador já propuseram data para entrega da próxima versão, que poderia ser produzida e lançada em alfa no próximo mês, com a versão final prevista para o início de 2009.

De acordo com o calendário do projeto discutido em uma reunião, a Mozilla quer ter o primeiro preview ou alfa do Firefox 3.1 pronto em julho, para então lançar o beta em agosto. O calendário prevê que o código final será distribuído no último trimestre deste ano ou no primeiro do ano que vem.

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