Setembro 4, 2008
Após protestos online por licença irrevogável e perpétua sobre conteúdo publicado pelo Chrome, Google muda Termos de Uso do navegador.
O Google mudou o contrato de uso do navegador Chrome após protesto sobre uma cláusula que supostamente transferia ao buscador direitos totais sobre conteúdo publicado pelo usuário por meio do browser.
Na versão original dos termos de uso, o artigo 11 dava ao Google “uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva para reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar” conteúdos publicados pelo usuário dentro do Chrome.
“Tudo bem, temos outra teoria da conspiração para desmontar. Após ler o Termo de Serviço do Chrome, algumas pessoas estão preocupadas que o Google está tentando tomar os direitos de tudo que você faz no Chrome”, afirmou Matt Cutts, líder da divisão Antispam do Google, em seu blog.
Cutts pediu explicações para a conselheira sênior de produtos do Google, Rebecca Ward, que afirmou que o buscador estava trabalhando para remover determinada linguagem do artigo 11 dos termos.
No final desta quarta-feira (03/09), o Google oficialmente mudou o documento, abrindo o artigo com a frase “Você retém direitos autorais e quaisquer outros direitos que ká possui sobre Conteúdo enviado, publicado ou reproduzido em ou por Serviços”. Segundo Ward, o novo texto terá validade retroativa, atingindo aqueles que baixaram e já usam o navegador.
Referência – idgnow.com.br
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Escrito por xanymorex
Setembro 3, 2008
Após uma espera curta, mas tensa, no melhor estilo dos lançamentos da Apple, o Google liberou a versão beta pública de seu navegador web Chrome.
Utilizando código da interface do Firefox e o mecanismo de renderização Webkit, criado pela equipe do KDE e desenvolvido pela Apple, o Google Chrome contém diversas inovações tecnológicas.
Uma das novidades mais perceptíveis é a velocidade de renderização de páginas — especialmente aquelas tradicionalmente pesadas, cheias de código Javascript — um resultado do uso do veloz Webkit e do compilador Javascript JIT V8. Além disso, a arquitetura interna do navegador é uma novidade na área: cada aba utiliza não uma thread, mas um processo independente, que fica isolado de todos os outros do navegador e do sistema operacional. Com isso, caso algum aplicativo web rodando na aba saia do controle, é possível matar somente o processo da aba, minimizando as conseqüências do código defeituoso da página.
Como sempre podemos esperar do Google, o navegador traz mais do que simples mudanças tecnológicas, e tem a pretensão de mudar a forma como navegamos — inclusive incentivando a separação das abas em janelas, para uso de aplicativos web em janelas independentes.
Somente Windows
Infelizmente para usuários Linux e Mac OS, a versão do Chrome liberada hoje só funciona em sistemas Windows, embora a equipe de desenvolvimento planeje também versões para Linux e Mac OS.
Referência – linuxmagazine.com.br
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Escrito por xanymorex